Maternidade sofre com falta de medicamentos, leitos e equipamentos

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Dando continuidade ao Programa Simero Sem Parar, o Sindicato visitou, no último final de semana, a Maternidade Municipal Mãe Esperança. No local, a presidente Flávia Lenzi, foi recebida pela diretora da unidade Marilene Penatti e pelo diretor clínico Diego Turci.

Em cada plantão, o Hospital conta com quatro obstetras, dois pediatras, um anestesista e um ultrassonografista. O diretor clínico explicou que parar fechar a escala de plantões não tem dificuldade, mas, com as mudanças propostas no Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) as visitas podem ficar comprometidas.

“Nós queremos resolver essa situação, não se pode trabalhar com 13 ou 14 plantões. Não tem horário para as refeições, nem descanso. O Sindicato Médico de Rondônia já tomou as medidas cabíveis e estamos aguardando a resposta dos órgãos competentes, que até agora não nos passaram nenhum posicionamento”, explicou a presidente do Simero.

No ano passado, a Maternidade recebeu novos aparelhos de ar condicionado para as enfermarias e computadores para o administrativo. Mas a estrutura do prédio precisa de alguns reparos. Para se ter uma ideia, existem apenas dois banheiros para oito enfermarias.

Falta de medicamentos e equipamentos

“Medicamentos faltam em diversas unidades de saúde e aqui na maternidade não é diferente. Mas conseguimos sempre resolver essa questão com ajuda de outros hospitais. Nosso problema aqui é a falta de alguns materiais como carrinho para anestesia, aparelho de ultrassom portátil e mais leitos”, afirmou Diego Turci.

Por dia, a Maternidade Municipal Mãe Esperança realiza cerca de 10 partos. Cerca de 306 partos mensais, entre normais e cesáreas. A Unidade ainda presta assistência nas documentações do recém-nascido, que já sai com registro de nascimento, testes como orelhinha e do pezinho realizados, além das primeiras vacinas.

“Assim como fizemos na Maternidade, iremos a outras unidades de saúde da capital e do interior de Rondônia, por meio do programa Simero Sem Parar. Queremos dar segurança aos nossos médicos sindicalizados e mostrar que o Sindicato dos Médicos de Rondônia vai ‘in loco’ para saber as reais condições de trabalho e assim, tomar as medidas cabíveis para valorizar ainda mais a categoria médica do estado”, concluiu Flávia Lenzi.

Fonte: Ascom Simero

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