Novo capitão? Dani Alves retorna à Seleção com histórico de títulos e experiência de sobra

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Daniel Alves deve estar com saudade de vestir a camisa amarela. Há mais de um ano, o jogador não sabe o que é defender a seleção brasileira. E o motivo: seguidas lesões. Agora, em 2019, o lateral-direito está de volta. Vai se apresentar ao técnico Tite na próxima terça-feira, ao lado de Neymar e seus companheiros de Paris Saint-Germain.

E quem sabe com uma nova responsabilidade: ser o capitão da seleção brasileira. Como Neymar ainda terá uma conversa com Tite após a agressão a um torcedor na final da Copa da França, contra o Rennes, ainda não se sabe se o camisa 10 seguirá com a braçadeira de capitão. E é justamente por conta disso que a função pode cair no colo do lateral.

Mas não será por acaso. Na Copa do Mundo da Rússia, no ano passado, Dani Alves já seria o capitão do time. Porém, uma grave lesão tirou o jogador do Mundial e da função de liderar a equipe na busca pelo hexacampeonato. O auxiliar de Tite, Cleber Xavier, lembrou do caso e elogiou a postura do lateral.

– Era um dos nossos líderes no rodízio de capitão. Seria o nosso capitão na Copa do Mundo. Voltou a atuar e fez vários jogos jogando em outras posições – comentou o auxiliar, sem entrar no mérito se a braçadeira retornaria ao lateral-direito.

Com o retorno de Dani Alves, a Seleção ganha experiência e uma bagagem recheada de títulos. Ao todo, na carreira, são 43 títulos. Pela Seleção, o lateral levantou três taças. E vai alcançar um recorde caso entre em campo com a camisa amarelinha. Aos 36 anos, ele será o segundo jogador mais velho a entrar em campo numa partida oficial pelo Brasil. Djalma Santos, com 39, é o primeiro.

– Daniel Alves é o jogador com mais convocações. Historicamente , com mais conquistas de títulos por clubes.

O auxiliar de Tite também elogiou a performance do lateral na temporada.

– É um jogador que vem com ritmo de jogo, com qualidade de jogo. O Dani é muito criativo, vem com gols interessantes no Campeonato Francês. A força que ele traz, a confiança que ele passa para os atletas, a liderança que ele tem dentro do grupo, somado a esse desempenho que ele tem agora nos dá uma tranquilidade grande.

Antes da Copa América, o Brasil terá dois compromissos amistosos. No dia 5 de junho, o rival será o Catar, em Brasília. Quatro dias depois, a Seleção irá enfrentar Honduras, em Porto Alegre. A estreia da equipe nacional na Copa América será no dia 14 de junho, diante da Bolívia, em São Paulo.

Fonte: GloboEsportes

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