Parque Circuito de Porto Velho se transforma em ‘Cidade do Boto’

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O Parque Circuito de Porto Velho se transforma na Cidade do Boto para receber o Boto Rock Festival entre os dias 24 e 25 de maio. A duas semanas começou a montagem da estrutura do evento, que já está com 80% da disposição pronta, segundo a Fundação Cultural da capital (Funcultural).

O festival terá cerca de 40 horas de música ao vivo e mais de 80 caixas de som já foram distribuídas entre os três palcos que receberão 240 artistas.

A Cidade do Boto terá dois palcos principais, o palco Boto Rosa e o Boto Tucuxi. O terceiro palco é reservado para as apresentações de rap e hip hop.

Palco alternativo do Boto Rock Festival — Foto: Ana Kézia Gomes/G1

Palco alternativo do Boto Rock Festival — Foto: Ana Kézia Gomes/G1

As estruturas para as áreas de alimentação e camping, com espaço para 100 barracas, também foram levantadas.

Parte da iluminação do festival foi disponibilizada pela Empresa de desenvolvimento urbano (Emdur) e servirá para o parque após a finalização do evento.

Parque Circuito de Porto Velho se transforma em Cidade do Boto  — Foto: Ana Kézia Gomes/G1

Parque Circuito de Porto Velho se transforma em Cidade do Boto — Foto: Ana Kézia Gomes/G1

Como ir (e voltar) de ônibus?

Uma rota especial de ônibus será ofertada durante os dois dias de festival, segundo a Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran), a rota começa a partir das 9h, com paradas nas ruas Euclides da Cunha, Sete de Setembro, Marechal Deodoro, avenida Calama, Lauro Sodré com chegada no Parque dos Tanques, já o retorno será feito pelas avenidas Farquar e Imigrantes.

Expectativa é que mais de 20 mil pessoas passem pelo local durante os dois dias.

Previsão do tempo

Estrutura do Boto Rock Festival está 80% finalizada, segundo Funcultural  — Foto: Ana Kézia Gomes/G1

Estrutura do Boto Rock Festival está 80% finalizada, segundo Funcultural — Foto: Ana Kézia Gomes/G1

Ocampo Fernandes, Presidente da Funcultural, informou que a data para a realização do evento foi pensada para evitar interrupções de chuvas e transtornos que aconteceram no Loollapaloza 2019, onde toda programação foi interrompida por duas horas devido ao tempo a chuva e raios.

“Marcamos para o final de maio quando as chuvas são menos intensas”, comentou.

Segundo ao Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), haverá uma baixa na temperatura de todo o estado de Rondônia, sendo assim, o evento deve acontecer em um clima mais agradável.

Expectativas

Airton Campos, vocalista da banda sala 8, contou ao G1 que é a segunda vez que tocará no festival. A sala 8 já tem um EP que foi lançado em 2018 com o nome “Passado e presente no espelho”.

“É uma vitrine pra gente, uma oportunidade de mostrar o nosso trabalho e um apoio que a prefeitura está dando pra gente”, diz Airton.

Já o a banda Resistência Urbana destacou a importância da homenagem ao roqueiro Heavy Nei.

“Acho que é válido vir conhecer a história desse cara, ele foi uma figura, deu muito apoio pra gente, era uma casa aberta, uma oficina aberta”, diz o músico Cid Caos.

O homenageado na 2ª edição do festival é o Heavy Nei, um pioneiro do rock em Porto Velho, que faleceu há quatro anos. Ele transformava a própria oficina mecânica em palco de apresentações de várias bandas regionais. O local ficou conhecido como “Oficina do Rock”, inspirando músicos da cidade a formarem bandas.

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