Cultura musical: Banda Agravo de Instrumento é institucionalizada

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A expressão musical é um dos aspectos artísticos presente no cotidiano da sociedade brasileira. O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), por entender e valorizar que a música funciona como elemento agregador para a cultura organizacional e imagem institucional, investe nesse bem simbólico, além de valorizar o talento artístico. Na última sexta-feira, 10, durante o evento de homenagem aos Dias das Mães, a Banda Agravo de Instrumento, formada por seis servidores do Tribunal de Justiça de Rondônia e um participante da comunidade, fez sua primeira apresentação após ter sido institucionalizada.

A institucionalização da banda se deu por meio da Instrução nº 1/2019, da Escola da Magistratura de Rondônia (Emeron). O desembargador Marcos Alaor, atual presidente da Emeron, levou em consideração “que a realização de atividades culturais, paralelas às atividades profissionais, refletem positivamente no ambiente e nos resultados do trabalho, além da instituição entender que a musicalidade proporciona estímulo à motivação, ao bem-estar e ao desenvolvimento pessoal de seus componentes, bem como contribuir para a sociabilidade e integração de servidores e magistrados”.

A Agravo de Instrumento tem a finalidade de apresentar-se em eventos institucionais internos e externos, bem como promover a articulação com outras instituições, visando à realização de intercâmbios relevantes à promoção e divulgação das atividades da banda.

O coordenador da Agravo, o servidor Almir dos Santos Albuquerque, considera a institucionalização da banda um presente. “Veio para agregar aos demais projetos pertinentes à promoção da valorização e humanização da gestão de pessoas no âmbito do PJRO. Assim, a nossa expectativa é que com a intensificação dos ensaios, possamos ampliar rapidamente o repertório para o cumprimento de toda a agenda e que as próximas apresentações sejam também coroadas de sucesso”.

Para o Analista Judiciário José Leonardo Gomes Donato o projeto é mais uma das ações que contribuem para a imagem do TJRO. “Me sinto feliz por participar de tão nobre projeto que busca proporcionar momentos de harmonia nos diversos ambientes do Judiciário e percebo que a instituição tem buscado valorizar seu capital intelectual por meio de projetos similares aos da Agravo, a exemplo do Coral, da Caminhada, das mostras culturais, dentre outros. Essas inciativas refletem em um ambiente laboral onde o bem-estar contagia até o jurisdicionado”, disse.

Sobre o momento da apresentação da banda em homenagem às mães, o integrante da Agravo de Instrumento Tibério Coimbra Mendonça observa o potencial do trabalho da banda. “A apresentação para as mães foi muito especial, ficamos felizes porque percebemos uma receptividade acima da expectativa; acreditamos que ajudamos a abrilhantar o evento e isso é um estímulo para nós. Agora, temos de pensar mais alto, um repertório maior e de muita qualidade. Tudo ainda está muito no início e, por hora, vamos seguindo com os ensaios e com foco nas apresentações agendadas pela Escola da Magistratura”, afirmou.

Histórico

A ideia de criação da banda nasceu em terras mineiras, quando, em meados de 2003, em um jantar de encerramento do encontro sobre sistemas de informações utilizados nos Tribunais de Justiça estaduais, promovido pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais, um conjunto musical se apresentava. O servidor Almir Albuquerque relembra esse momento. “Eu estava apreciando a apresentação musical, entre uma conversa e outra, o Des. Marcos Alaor, percebendo a minha admiração pelo som que preenchia o ambiente, lançou a ideia de criarmos um grupo musical aqui no TJRO. Inicialmente, seria um Grupo de Chorinho. Por vários motivos, esse desejo permaneceu por longos anos adormecido, até que, em 2017, numa conversa de corredor, o Des. Marcos questionou-me se um dia formaríamos o tal grupo. Pedi-lhe um dia de prazo para conversar com alguns colegas que poderiam topar o desafio”, disse.

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional

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