Expansão do Projeto Apadrinhando uma História chega às comarcas do Cone Sul de RO

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A expansão para o interior de Rondônia segue até agosto. Já foram visitadas as comarcas de Costa Marques, São Francisco do Guaporé e São Miguel do Guaporé.
Em Colorado do Oeste, a reunião foi produtiva, pois todos os colaboradores aceitaram a ideia como um projeto que fará a diferença na vida das crianças em situação de abrigo. O assistente social Joel de Souza Sá, servidor do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), acredita que o “Apadrinhando” tem capacidade de fortalecer a base emocional das crianças.

“As crianças em situação de abrigo provêm de famílias desestruturadas e não tiveram o suporte emocional que um filho necessita. Um padrinho, de certa forma, proporcionará carinho e convívio. Essa relação vai ficar gravada no coração dela e servirá para o desenvolvimento pessoal, psicológico e emocional da criança”, pontuou.

A diretora da Casa de Acolhimento de Colorado do Oeste, Talita de Souza, também vê o projeto como auxílio no desenvolvimento das crianças. “Tivemos um caso de uma criança que, após essa convivência de atenção, se desenvolveu muito bem. Esse apadrinhamento poderá beneficiar em um contexto maior”, disse.

Houve até quem considerasse a ideia de apadrinhar. Foi o caso da assistente social e chefe do Núcleo Psicossocial da comarca de Colorado do Oeste, Eliete Ferreira de Freitas. “O projeto é maravilhoso e estamos à disposição para colaborar. De certa forma, já trabalhávamos como provedores, pois volta e meia arrecadamos brinquedos, festejamos datas comemorativas”, comentou. A psicóloga do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS), Marília Fabiano de Souza, disse que o trabalho de implementação será conjunto.

Nessa quinta (9), a equipe do CEJA e da prefeitura visitaram a comarca de Vilhena. Assim como nas reuniões anteriores, diversos atores relacionados à infância e juventude foram convidados a comparecer ao fórum da comarca para aprender mais sobre o projeto. A sensação é de otimismo, segundo o coordenador do abrigo, Maximiliano Machado. “Tenho certeza que dará certo e vai ser muito proveitoso. Estou no abrigo há dez anos e digo que sentimos a falta desses padrinhos. O impacto será maravilhoso”, declarou.

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional

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