Vexame – Genus joga mal e perde para Guajará em casa

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Jogo foi válido pela 1ª rodada do campeonato rondoniense.

 

Cheia de expectativa, a torcida do Genus se fez presente no Aluisão para acompanhar a estréia do Aurigrená, mas só esqueceram de avisar o time do Guajará sobre a festa, o GEC veio com uma proposta de jogo montada e jogadores disciplinados taticamente e graças à isso e a clara má forma de alguns jogadores em campo, não demorou para o time da fronteira abrir o placar com Marco Bahia. Aos 5 minutos de jogo, o Guajará já vencia por 1×0.

e aos 44 do 1ºtempo ainda, a torcida do Genus via o jogador “Peixe” fazer 2×0 para o GEC, o que foi o ponto de partida para tirar os torcedores do sério, o time da capital desceu para o vestiário no intervalo aos gritos de “Vergonha, vergonha, time sem vergonha”. E parece que a pressão deu certo, pelo menos por alguns minutos, logo na volta do 2º tempo, aos 8 minutos Levinha fez o gol do Genus que animou as arquibancadas, naquele momento o Genus era melhor em campo e parecia que reagiria, mas logo o nível caiu novamente e aos 32 minutos, Jaiminho fez o terceiro do Guajará e feixou o caixão do Genus no jogo.

O time do Guajará não quis nem saber e venceu o Urso Branco em plena capital, agora o GEC ocupa a liderança do campeonato com uma vitória e +2 de saldo de gols, lembrando que o Guajará estreiou sem nenhum jogador registrado no BID da CBF, Registro que é obrigatório e será punido posteriormente.

Torcida se inflamou durante alguns momentos no jogo, alguns torcedores foram para o alambrado, houve xingamentos pesados e muitas críticas, e 3 nomes foram alvos dessas críticas: o atacante Thiago Xuxa, o Zagueiro Higor e principalmente, o técnico Mirandinha.

O técnico não fez todas as substituições e isso levou a torcida à loucura, a falta de ânimo do mesmo no 2º tempo, também enfureceu os torcedores. Já Xuxa, claramente sentiu fisicamente, principalmente no segundo tempo, onde praticamente não tocou na bola, com dificuldades até para fazer o pivô, que é uma das suas especialidades, a falta velocidade, “falta de raça”(segundo a torcida) e uma chance clara perdida no 1º tempo marcaram o jogador com a arquibancada. E o zagueiro Higor, mesmo claramente tendo apenas problemas de ritmo e tempo de bola, não foi polpado das críticas, o jogador errou botes e disputas de cabeça, mas claramente erros que podem ser corrigidos com treino e com o passar dos jogos.

Genus agora, viaja até o Portal da Amazônia para enfrentar o Vilhenense, atual vice líder, depois de vencer o Ji-Paraná fora de casa, já o Genus esperar deixar a amarga última posição.

 

Por Matheus Gama.

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